Um com eles


Campanha de 2012 para o Domingo da Igreja Perseguida.
De acordo com o texto de Romanos 12.4-5, percebemos que um membro do corpo não pode fazer nada sozinho. É necessária uma parceria para que o corpo viva em harmonia. Um não é mais importante que o outro, pelo contrário, "cada membro está ligado a todos os outros".
Também em I Coríntios 12.25-26, a Bíblia ensina a importância da unidade, "a fim de que não haja divisão no corpo, mas, sim, que todos os membros tenham igual cuidado uns pelos outros". E, claro, a alegria de um membro é a alegria de todos, assim como o sofrimento de um é o sofrimento de todo o corpo.
Por isso, quando um cristão é perseguido, torturado ou morto por causa de sua fé, todos nós, da igreja que é livre e não enfrenta tamanha hostilidade religiosa, devemos sofrer com eles.
Os cristãos perseguidos não são heróis. São homens e mulheres como nós, que sentem medo e insegurança, mas vivem sua fé de forma tão intensa a ponto de encarar a morte, que nos ensinam como perseverar em meio a muitas dificuldades. Muitos, infelizmente, não suportam a pressão e acabam negando Jesus. Você consegue imaginar seu filho sendo ameaçado de morte bem à sua frente? Ou sua esposa, ou seu marido?
Eles vivem uma realidade muito distante da nossa, mas na oração podemos nos aproximar deles. Podemos nos unir a eles. Podemos ser um com eles por meio da intercessão e da ajuda nos projetos em que a Portas Abertas atua, para amenizar o sofrimento dessa parte do Corpo.
Distribuição de Bíblias e materiais cristãos, treinamentos para pastores e líderes, além de professores, ajuda socioeconômica (como pequenos empréstimos, para a abertura de negócios), cursos de alfabetização, socorro emergencial em caso de catástrofes naturais e apoio jurídico aos cristãos presos injustamente – tudo isso faz parte dos projetos que a Portas Abertas realiza em favor da Igreja Perseguida. Todas as doações e recursos passam por auditoria anual e os doadores têm acesso aos resultados.
Envolva-se nesta causa e seja um com eles!




Afeganistão

Segundo país onde há mais perseguição aos Cristãos no Mundo!


Os cristãos no Afeganistão que falam sobre sua fé enfrentam violência e ameaças de morte. Mas apesar de todos os perigos, o cristianismo continua a crescer.

A Igreja
O Cristianismo chegou ao Afeganistão nos primeiros séculos da era cristã. Por volta de 400 d.C., já havia um bispo instalado na cidade de Herat. A partir do século XIV, através do conquistador Emir Timur, deu-se inicio à erradicação do cristianismo. A Igreja afegã sofreria também sob outros governos, como o soviético (que comandou o país de 1978 a 1992) e o Talibã (1996-2001). Após assumir o governo do país em 1996, o Talibã impôs duras restrições a outras religiões, proibindo conversões, liberdade de culto e evangelismo. Outro grupo que sofreu sob o governo teocrático do Talibã foi o das mulheres, que foram impedidas de frequentar as mesquitas e de ir à escola, acentuando ainda mais o alto nível de analfabetismo no país.

A perseguição
A Constituição afirma que o Islamismo é a religião oficial do país e que os seguidores de outras religiões têm o direito de professar sua fé e praticar seus ritos e cultos abertamente, desde que dentro dos limites impostos pela lei islâmica (Sharia). Como na maior parte dos países islâmicos, os sunitas são maioria também no Afeganistão, onde os xiitas compõem a segunda maior seita islâmica e o restante da população é dividido entre cristãos, hindus, Bahá’ís e outras seitas oriundas do islamismo.
A conversão de um muçulmano a outra religião é considerada apostasia, sendo punível com a morte em algumas interpretações da lei islâmica no país. O código penal não define apostasia como crime e a Constituição proíbe a punição por crime não definido no código penal, que, no entanto,  afirma que os crimes graves, incluindo a apostasia, seriam punidos de acordo com a Hanafi, jurisprudência religiosa, e manipulados por um procurador-geral do escritório. Cidadãos do sexo masculino com idade acima de 18 e do sexo feminino acima de 16 anos, de mente sã, que se converteram a outra religião que não o islã, têm até três dias para se retratar de sua conversão, ou serão sujeitos a morte por apedrejamento, à privação de todos os bens e posses e à anulação de seu casamento. O mesmo acontece quando o individuo é acusado do crime de blasfêmia.


História e Política -Talibã
Localizado no sul da Ásia, entre a Ásia Central e o Oriente Médio, o Afeganistão foi ao longo de sua história uma rota percorrida por muitos conquistadores, como Alexandre, o Grande, e Gengis Khan, devido à sua posição estratégica na região. Seu conjunto cultural e linguístico é formado pela língua, cultura e religião de povos vizinhos (Paquistão, Índia, Irã, China, Uzbequistão, Turcomenistão, Tadjiquistão), sendo, dessa forma, influenciado pelas culturas grega, persa e hindu. Após sua independência da Grã-Bretanha, em 1919, o Afeganistão passou por pelo menos três tipos de governo: autocracia monárquica (1929-1973), regime comunista (1978-1992) e estado teocrático (1996-2001).
Quando chegou ao poder, em 1996, o Talibã estabeleceu o Emirado Islâmico do Afeganistão, que tinha como principal objetivo político-religioso a implementação da lei islâmica, Sharia. Dessa forma acreditavam conseguir uma unidade nacional e um estado de paz permanente, após anos de guerra civil. Atualmente o sistema de governo adotado pelo Afeganistão é o de República Presidencialista.

População
A população do Afeganistão é de aproximadamente 30 milhões de habitantes. O país é composto por alguns grupos étnicos (turcomanos, uzbeques, tadjiques e hazaras) com práticas linguísticas e culturais diferentes, sendo o principal deles o pashtun, um grupo sunita que representa hoje 42% da população e se localiza ao sul e leste do país. O grupo radical nacionalista islâmico Talibã se origina dessa etnia. A maioria dos xiitas são membros do grupo étnico hazaras, que compõem 1/5 da população do país, tradicionalmente segregada do resto da sociedade por uma combinação de fatores políticos, étnicos e religiosos, alguns dos quais resultaram em conflitos.
Os hazaras acusaram o governo de dar tratamento preferencial aos pashtuns e a outras minorias, ignorando, sobretudo a etnia hazara. O governo fez esforços significativos para enfrentar tensões históricas que afetam a comunidade hazara. Xiitas geralmente são livres para participar plenamente da vida pública. Com as reformas do governo, os hazaras ganharam acesso às universidades, aos empregos públicos e a outras atividades e direitos, sendo que, antes, lhes era negado até o direito de ser alfabetizados.

Economia
A economia do país é baseada na agricultura. O governo afegão tem tentado mudar a cultura de plantio e comércio da papoula (entorpecente que tem tornado milhares de cidadãos dependentes químicos e, ao longo dos anos, financiado as ações do Talibã) para o de outras culturas, como feijão e milho, além de receber doações em grãos e dinheiro de outros países e de ter como principais parceiros comerciais os países vizinhos. Devido às destruições geradas pelas seguidas guerras civis, o país é um dos mais pobres do mundo, com um alto nível de analfabetismo, sendo extremamente dependente de doações externas.


Fonte: Portas Abertas.

MIAF - Missão para Interior da África

MIAF é uma missão interdenominacional e internacional. Missionários que servem com MIAF vêm de muitas denominações diferentes, mas todos têm uma convicção firme na inspiração divina da Bíblia e têm uma relação viva com o Deus. A responsabilidade primária por enviar missionários foi determinada por Deus para a igreja. MIAF busca trabalhar com as igrejas a fim de encorajar e facilitar o envio de missionários numa atitude de obediência à Grande Comissão. MIAF, desde o princípio, foi comprometida a ser uma missão de Fé. Quando os primeiros missionários saíram para a África, eles confiaram que Deus proveria todas suas necessidades movendo os cristãos individuais e igrejas para orar e sustentá-los. A missão ainda opera neste princípio.

PROPÓSITO, ALVOS E VISÃO

O propósito da MIAF é obedecer a comissão divina como declarado por Jesus em Mateus 28: 19, 20. “Portanto vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês até o fim dos tempos .
A meta da MIAF é ver uma igreja madura em todos os povos africanos - uma igreja que pode evangelizar seu próprio povo de forma efetiva. Para isto é preciso orar para que o evangelho avance em áreas de não alcançadas e treinar os líderes da igreja. Todas nossas atividades buscam serem relacionados a estes dois alvos.
Em algumas áreas, trabalhamos no desenvolvimento da comunidade e cuidado médico, esses ministérios são as melhores formas de entrada e também de demonstrar a compaixão de Cristo.

Líder cristão é assassinado em Israel

Líder cristão é assassinado em Israel

Peregrinação a Meca 2011

Irmãos este é um momento de orarmos, pois milhões de muçulmanos estão reunidos na Arabia Saudita fazendo a Peregrinação a cidade de Meca, que é a cidade sagrada do islam.

Eles estão da buscando uma experiencia com Deus, e este é o momento de intercedermos para que Eles tenham um encontro pessoal com Cristo, pois já ouvimos testemunhos de ex-muçulmanos que sonharam com Jesus em plena peregrinação a Meca.

A peregrinação anual a Meca é a maior do género em todo o mundo, este é um dos cinco pilares do Islão que todos os fiéis devem cumprir pelo menos uma vez na vida, se tiverem recursos para tal. Cada peregrino deve mandar 21 seixos a cada um dos 3 pilares que representam Satã, símbolo da tentação. Este ano a cerimónia conta com uma nova autoestrada pedestre que liga os 3 sítios sagrados e que deverá evitar acidentes, comuns neste evento.

O príncipe Khaled Al-Fayçal, governador de Meca, estimou em cerca de 1,5 por cento o aumento de peregrinos vindos este ano do estrangeiro em comparação com 2010.

Os números avançados nos últimos dias referiam mais de dois milhões de fiéis na cidade sagrada. Veja o vídeo!


A Espanha Celebrou o dia das Bruxas


A España celebrou no dia 31 de outubro o Halloween “A Festa das Bruxas”.

O Halloween foi introduzido nos Estados Unidos pelos Irlandeses. A sua origem remonta as tradições celtas, povo que viveram na Gália e nas ilhas da Grã


O Halloween é comemorado e considerado um dia importante para a religião pagã.-Betanha entre 600 e 800 d.C. Esta pratica foi sendo esquecida devido a evangelização cristã nestes territórios, a religião Celta começou a desaparecer.

Então este dia não é apenas um dia de doces e travessuras, mas o dia em que a religião pagã realiza a prática da necromancia.

A maioria das escolas daqui de Huelva comemoram o dia das bruxas como uma festa da cultura americana, uma festa qualquer sem ao menos conhecer o seu significado e origem.

O Halloween pode despertar o interesse das crianças de querer conhecer a bruxaria, conhecer o paganismo e mais tarde rejeitar Jesus como o seu Senhor e salvador, não aceitar Deus como soberano sobre em sua vida e querer adorar vários deuses.

Em nosso bairro e mais preciso no edifício em que moramos a maioria dos moradores também aderiram a celebração desta festa, sem ao menos conhecer suas origens e raízes. Os nossos vizinhos saíram fantasiados de monstros tocando a campainha de casa em casa e diziam Doces ou travessuras, o que você vai querer?

“O que o Homem semeia ele também colhera” na celebração da festa do Halloween encontramos a Necromancia, animismo, o Politeísmo e práticas pagãs, estas práticas não condizem com as Sagradas Escrituras. A Bíblia nos da uma posição clara sobre a prática da bruxaria e não há possibilidade de alguém que está morto entrar em contato com o mundo dos vivos, o que para Deus é abominação.

“Pois aos homens está ordenado viver e morrer uma só vez, depois disso juízo”. Hebreus 9:27

Se participarmos dessa festa estamos sendo cumplices da mesma, a pessoa tem que ter a sã consciência que esta envolvida com este ritual.

Família Missionária.

Pr. Ivo Pina, Luciana, Maria Eduarda e Otávio.